Apesar de muitos brasileiros viverem de aluguel, dúvidas à respeito de contratos, tanto por parte de inquilinos quanto de proprietários, ainda são constantes.
Vamos esclarecer um pouco mais sobre fiança, seguro-fiança e título de capitalização.
A Lei do Inquilinato está em vigor para proteger tanto o locador quanto o locatário. Porém, as pessoas podem apostar no diálogo para resolver pequenos problemas. Estar ciente de como funciona um aluguel também auxilia as pessoas.
Dicas sobre garantias para locação
Procurar uma imobiliária de confiança é o primeiro passo para você encontrar o imóvel ideal para locação. Antes de assinar o contrato de locação é importante saber que o país tem a Lei 8.245/91, ou Lei do Inquilinato, que rege os direitos e deveres do locador e do locatário.
Fiança – Atualmente o sistema mais utilizado ainda é a fiança, apesar da dificuldade de encontrar alguém disponível para assumir o risco. O fiador é uma terceira pessoa que se obriga pessoalmente perante o credor a cumprir a ausência de pagamento do locatário.
Seguro Fiança – É outra opção de garantia, menos procurado, embora esteja em fase de crescimento. Esse tipo de negócio existe há pelo menos dez anos, no qual o contratante é intermediado por uma seguradora e fica isento de procurar um fiador ou depositar uma caução. Deve ser renovado a cada ano e o valor gira em torno de um aluguel e meio.
Título de Capitalização – O valor a ser depositado será definido pelo locador e pela imobiliária, mas existe um valor mínimo definido pelas seguradoras. Geralmente gira em torno do valor de três aluguéis. É feita a assinatura de um termo de autorização em que o dinheiro será revertido ao proprietário no caso de falta de pagamento do aluguel. É possível usar os recursos no reparo de danos ao imóvel causados pelo inquilino.
Seja qual for o tipo de garantia que a pessoa escolher, é sempre mais seguro procurar uma empresa de assessoria imobiliária de sua confiança para concretizar o negócio e evitar as surpresas desagradáveis.
